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Adote um ninho

A campanha “Adote um Ninho” visa apoiar a continuidade do Projeto Arara Azul no Pantanal, através da adoção de ninhos naturais e artificiais. O apadrinhamento proporciona também a manutenção da biodiversidade do Pantanal, tanto às araras-azuis como para várias outras espécies de aves que ocupam as mesmas cavidades.

Por serem aves seletivas, 90% de seus ninhos são encontrados somente no Manduvi, uma espécie arbórea em diminuição na natureza devido aos desgastes com o tempo. Para solucionar a demanda, ninhos artificiais foram criados pela equipe de biólogos do Instituto e instalados na natureza. A velocidade das perdas dos ninhos naturais é muito maior que o surgimento de novos ninhos, por isso, manejos realizados em ninhos naturais e artificiais para aumentar o número de cavidades disponíveis para as araras, resulta em aumentos positivos para a espécie. Por isso nossa campanha para a adoção de ninhos é muito importante.

No período reprodutivo de 2019, como exemplo, apenas na Região de Miranda – Pantanal Sul, foram realizados um total de 1106 monitoramentos (escalar e descer de cada ninho). Em média, foram monitorados 10 ninhos por dia. Um ninho pode ser monitorado mais de uma vez por mês, dependendo da necessidade. No total foram monitorados 109 ninhos, sendo 62 naturais e 47 artificiais. Trinta e sete por cento destas cavidades foram ativas pelas araras azuis.

Ao todo estão cadastrados 713 ninhos, sendo 425 naturais e 288 artificiais (incluindo Pantanal de Mato Grosso).

Para apadrinhar um ninho, é preciso entrar em contato com o Instituto pelo telefone (67) 3222-1205 ou pelo email contato@institutoararaazul.org.br.

Durante o período reprodutivo da espécie, o padrinho acompanhará as novidades do ninho e outras informações relativas ao projeto, optando por batizar sua ave ao nascimento. Ele ainda receberá um kit de boas-vindas com foto exclusiva do ninho e sua divulgação no marketing da Campanha.

Resultados alcançados

713

Ninhos cadastrados

425

Ninhos naturais

288

Ninhos artificiais

10

Ninhos monitorados por dia, em média, durante o período reprodutivo de 2019